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— Martha Medeiros. (via decifro)
De qualquer forma, não esqueça das seguintes verdades: não faça nada que não te deixe em paz consigo mesma; cuidado com o que anda desabafando; conte até três (tá certo, se precisar, conte mais); antes só do que muito acompanhado; esperar não significa inércia, muito menos desinteresse; renunciar não quer dizer que não ame; abrir mão não quer dizer que não queira. O tempo ensina, mas não cura.
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— Pedro Pinheiro. (via ruadasaudade)
Não consigo desistir de você, essa é a verdade. Não adianta eu negar, fingir ou tentar esconder. Você ainda fode com meu psicológico.
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— Legião Urbana. (via passaropreto)
Vem comigo procurar algum lugar mais calmo, longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita. Tenho quase certeza que eu não sou daqui.


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— José de Alencar (via c-a-n-a-r-i-o)
Nem suspeitavas então que, entre todos aqueles vultos indiferentes, havia um olhar que te seguia sempre e um coração que adivinhava os teus pensamentos, que se expandia quando te via sorrir, e contraía-se quando uma sombra de melancolia anunciava o teu semblante. Se pronunciavam o teu nome diante de mim, corava e na minha perturbação julgava que tinham lido esse nome nos meus olhos ou dentro de minh’alma, onde eu bem sabia que ele estava escrito.
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— Martha Medeiros. (via decifro)
Ligeiramente atormentada, mas um tormento controlável e necessário. Que emoção teria a vida, se não fossem os furacões?
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— Carlos Drummond Andrade; Poesia e Prosa. (via desabrigo)
Que vai ser quando crescer? Vivem perguntando em redor. Que é ser? É ter um corpo, um jeito, um nome? Tenho os três. E sou? Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome,corpo e jeito? Ou a gente só principia a ser quando cresce? É terrível, ser? Dói? É bom? É triste? Ser: pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas? Repito: ser, ser, ser. Er. R. Que vou ser quando crescer? Sou obrigado a? Posso escolher? Não dá pra entender. Não vou ser. Não quero ser. Vou crescer assim mesmo. Sem ser. Esquecer.





